
“Mais poesia do que ficção, por vezes crónica lírica, este livro compósito, fragmentário, inclassificável, (...) aposta na criação de uma atmosfera mágica”
Urbano Tavares Rodrigues
www.leitura.gulbenkian.pt
“Uma das mais belas criações da lusofonia nos últimos
anos, em que as personagens foram apenas pretextos para se produzir uma
narrativa marcada pela intervenção do fenômeno poético,
ritmada como uma canção, um hino de amor ao rio Douro”.
Adelto Gonçalves,
no site triplov.org
“Uma história em que o protagonismo vai todo para as palavras”
Maria João Martins
Jornal de Letras
“Trata-se de obra extravagante, no som e no sentido, na bibliografia
de Marmelo”
Mário Santos
Mil Folhas (Público)
“É um devaneio poético (dir-se-ia ‘rêverie’,
se ainda se usasse o francês), uma digressão alegórica
que pretende figurar o poder genésico da palavra e da escrita,
uma flexão do tema do mundo como texto (ou como ‘sopa de
letras’), do infinito livro-mundo e do seu ‘frémito
primordial que é mãe dos livros todos’”.
Mário Santos
Mil Folhas (Público)
“O livro ‘Os Olhos do Homem que Chorava no Rio’ é
um romance escrito a quatro mãos exímias: Manuel Jorge Marmelo
e Ana Paula Tavares. É um livro de mistérios sobre o mistério
das palavras. É impossível entrarmos nele sem que façamos,
de imediato, parte dele. Ele aloja-nos na sua parte maior, a construção
da nossa própria história. Um portento de originalidade.
Um adejar de alma”.
Teresa Sá Couto
www.kaminhos.pt
“As palavras fundem-se umas nas outras de tal maneira que parece
que não só foram escritas pela mesma mão, mas todas
de uma assentada”
Filipe d’Avilez
“Os Meus Livros”
“Fiéis ao lema pessoano de que a nossa pátria é
a língua portuguesa, Ana Paula (Tavares) e Manuel Jorge (Marmelo)
traçam-nos nesta obra vultos romanescos de meninas, tipógrafos
e outros mistérios de aquém e além Atlântico,
numa festa dos sentidos, ao som de flautas”.
J.H.
“A Semana” (Cabo Verde)
“A escrita é complexa, mas refrescantemente despretensiosa.
Pode ler-se com calma, interiorizando cada palavra, precisando, para isso,
de voltar atrás e reler algumas passagens, ou pode simplesmente
deixar-se levar. Neste caso, a sensação de estar a ler é
rapidamente substituída pela sensação de estar a
ouvir música: embala-nos, delicia-nos e parece que dói ter
que parar”.
Filipe d’Avilez
“Os Meus Livros”
“Uma das criações mais belas da ficção
portuguesa”
Vítor Quelhas
“Expresso”
“Da leitura, fica-nos o rumor da língua, a musicalidade das
palavras, as águas de babel, o fluir descontínuo do silêncio
e da poesia”.
Carmen Lucia Tindó Ribeiro Secco
e Edna Maria dos Santos
UFRJ - Universidade Federal do Rio de Janeiro
“O texto é de rara beleza, quase mágica. O fio narrativo
é encantatório”
Vítor Quelhas
“Expresso”
“A imagem do rio, no livro de Manuel Jorge Marmelo e Paula Tavares,
representa alegoricamente a busca da plenitude da criação
poética, com a consciência, entretanto, de que, atualmente,
os domínios da arte não mais se restringem ao espaço
mítico do sagrado primordial”.
Carmen Lucia Tindó Ribeiro Secco
e Edna Maria dos Santos
UFRJ - Universidade Federal do Rio de Janeiro
“O ritmo melódico possui ressonâncias ancestrais, através
das quais sempre se narraram de viva voz os mitos e as sagas”.
Vítor Quelhas
“Expresso”
“Não estamos afirmando que ‘Os olhos do homem que chorava
no rio’ seja um exemplo de modernidade líquida. Porém,
percebemos a inquietação e o tormento das vozes que o narram
e das personagens que o habitam, afectadas todas elas pela fugacidade
dos tempos e dos modos de narrar contemporâneos”.
Carmen Lucia Tindó Ribeiro Secco
e Edna Maria dos Santos
UFRJ - Universidade Federal do Rio de Janeiro
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