
“O último livro de Marmelo é, fundamentalmente, uma
longa carta de amor”
África
Today
“Contos? Romance? O livro de Manuel Jorge Marmelo poderá ler-se
dos dois modos, até porque, confessa aqui e ali o autor-narrador,
esteve para ser uma coisa e terminou noutra a incentivo e conselho de um
tal Francisco (que se presume de apelido Viegas) - que em boa hora o fez,
oferecendo-nos um livro muito maturado, que se degusta com enorme prazer
nas muitas pequenas histórias que o compõem. Literatura de
primeira água que pode também
funcionar aqui como literatura de viagem”
Pedro Teixeira das Neves
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“Para desmontar esta teia de máscaras em cima da figura próxima
de um escritor, fica o modo limpo como Manuel Jorge Marmelo escreve, o
escorreito do seu pensamento, a maturidade. Se fala dos embaraços
da alma humana é importante referir que terá das escritas
mais desembaraçadas de todas; o texto desenvolve-se agilmente, muito
ao sabor da pena mas sem embolias, o que é suportado pela clareza
com que é capaz de expor os assuntos, criando afinal uma percepção
inteligente sobre o que imagina e, desde
logo, sobre essa tormenta de existir”
walter hugo mãe
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