
“Com o narrador, anda o leitor de cá para lá,
entre páginas de outros livros que ele lhe abre, a sorrir pela
consentida sujeição à leitura – ou deslumbrado
com o Aleph de Manuel Jorge Marmelo, que o envolve em sons, cheiros e
texturas de África –, pouco se importando com os seus lamentos
por não conseguir uma história que dê corpo ao seu
livro.”
Teresa Sá Couto
www.kaminhos.com
“É um livro, sim, sobre a perdição. Perdição
entre outros livros, entre caminhos, colocando romances de outros autores
em diálogo. Estão à espera de quê? Leiam”.
Francisco José Viegas
in Origem dasEspécies
“A realidade e a ficção constituem a matéria
da Literatura e o autor explora aqui a ideia dessa grande viagem que a
leitura – e a escrita – nos proporcionam.”
Helena Vasconcelos
in Storm Magazine
“Agora que publica ‘Aonde o Vento me Levar’, obra de
difícil categorização, a dificuldade fica por conta
do crítico. E porquê? Porque a simbiose entre realidade e
ficção, ponto de partida da trama romanesca, pontuada como
está por exercícios de leitura, obriga o texto a romper com
os géneros tradicionais. (...) Não se quer com isto dizer
que o novo livro de Manuel Jorge Marmelo não suscite interesse.
A eventual estranheza reside na natureza ambígua do texto, oscilando
entre o recorte ficcional e a ambição ensaística”.
Eduardo Pitta,
in Ípsilon, Público
“Este é e não é um livro de viagens. (...) Dos
aerogramas de M. e das reacções do narrador nasce um diálogo
quase surdo, mas cujo resultado é uma curiosa deambulação
entre ficção e realidade e sobre a relação
que a percepção estabelece com ambas. E essa é a viagem
maior”
Sara Figueiredo Costa,
in Os Meus Livros
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