_ "MACACO INFINITO"
_ “O Tempo Morto É Um Bom Lugar"

_ “Zero À esquerda“
_ “Somos Todos Um Bocado Ciganos”
_ “Uma Mentira Mil Vezes Repetida”
_ “AS SEREIAS DO MINDELO”
_ “aonde o vento me levar”
_ “Porto: Orgulho e Ressentimento”
_ “Os Olhos do Homem que chorava no rio”
_ “o silÊncio de um homem sÓ”
_ “OS FANTASMAS DE PESSOA”
_ “A MENINA GIGANTE”
_ “Oito Cidades e Uma Carta de Amor”
_ “PAIXÕES & EMBIRRAÇÕES”
_ “SERTÃO DOURADO”
_ “O AMOR É PARA OS PARVOS”
_ “As mulheres deviam vir com livro de instruções”
_ “Nome de Tango”
_ “Portugués, guapo y matador”
_ “O homem que julgou morrer de amor/O casal virtual”





Através de uma parábola — onde não se poupa a dureza — Manuel Jorge Marmelo prossegue as suas invenções literárias sobre o 'livro por vir' (…), ao mesmo tempo que dá corpo a uma visão assaz crítica sobre o mundo. (…) Um romance perturbadoramente actual"
João Morales, Time Out
 
Uma alegoria mais política, com a Europa enclausurada num bordel. Linguagem nua e crua para uma realidade que arde, todos os dias, nos corredores da política de Bruxelas e em tantas praias mediterrânicas
Luís Ricardo Duarte, Jornal de Letras
 
Estranha-se o título, Macaco Infinito, mas o que está no interior do novo romance de Manuel Jorge Marmelo entranha-se. Parte de um teorema, o que dá nome ao volume, e que diz que um macaco pode digitar aleatoriamente num teclado por um intervalo de tempo infinito mas acabará por criar um texto já existente, como um de Shakespeare!... Confrontamo-nos, então, com uma história cujos personagens recordam partes da sua vida. O dono de um bordel senta-se em frente à máquina de escrever e tecla, enquanto uma bonita escrava sexual e um criado negro vão circulando pelas páginas. Numa palavra: inesperado.
João Céu e Silva, Diário de Notícias
 
Deliciosa metáfora sobre a Europa que temos e o tempo que nos coube viver, o romance parte de uma ideia genial.
Valdemar Cruz, Expresso
 
Na atmosfera pesada de um prostíbulo, Manuel Jorge Marmelo reflete sobre o estado da Europa e os sortilégios da criação literária.
José Máro Silva, Expresso
 
Manuel Jorge Marmelo regressa com um romance sobre a escrita enquanto "sortilégio do acaso". O Macaco Infinito reflecte sobre o estatuto paradoxal do autor. Servo de um deus cruel, agrilhoado à tarefa de fazer sentido a partir de um aparente nada, o escritor é o macaco infinito do teorema. Um animal agarrado ao material da sua escrita, compelido por uma força que o transcende, mas que talvez emane de si próprio. Dêem-lhe o infinito, e será outro Shakespeare.
Hugo Pinto Santos, Público
 
Manuel Jorge Marmelo arquitectou novamente um microcosmos onde o leitor começa por ser lançado num espaço fechado (…). Uma narrativa que consegue colocar a engrenagem entre a realidade que nos chega todos os dias de forma difusa pelas notícias, as distâncias que divisamos como vagas ficções, menos pelo seu lado fabuloso do que pelo lado sórdido, e os modelos de opressão que dominam o tempo que vivemos. Este é um livro que fica a meio caminho entre a alegoria e uma distopia em ponto pequeno.
Diogo Vaz Pinto, i
 
Uma boa metáfora que nos obriga a ver de novo e a olhar para a realidade a partir de outro ponto de vista. Eis o exercício do novo romance de Manuel Jorge Marmelo, "Macaco Infinito", que transforma a Europa num bordel esconso e cercado por muros.»
Luís Ricardo Duarte, Visão