sereias

_ “MACACO INFINITO”
_ “O Tempo Morto É Um Bom Lugar"
_ “Zero À esquerda“
_ “Somos Todos Um Bocado Ciganos”
_ “Uma Mentira Mil Vezes Repetida”
_ “AS SEREIAS DO MINDELO”
_ “aonde o vento me levar”
_ “Porto: Orgulho e Ressentimento”
_ “Os Olhos do Homem que chorava no rio”
_ “o silÊncio de um homem sÓ”
_ “OS FANTASMAS DE PESSOA”
_ “A MENINA GIGANTE”
_ “Oito Cidades e Uma Carta de Amor”
_ “PAIXÕES & EMBIRRAÇÕES”
_ “SERTÃO DOURADO”
_ “O AMOR É PARA OS PARVOS”
_ “As mulheres deviam vir com livro de instruções”
_ “Nome de Tango”
_ “Portugués, guapo y matador”
_ “O homem que julgou morrer de amor/O casal virtual”



vento

"Um dos melhores [romances] publicados este ano por autores portugueses"
José Mário Silva
Bibliotecário de Babel


"(...)existe neste texto um espantoso processo combustivo, uma espécie de volúpia incendiária que contamina mesmo alguns cenários e que consiste em recolher e misturar num crematório alquímico, toda a espécie de personagens que lhe passem ao alcance: as inventadas e as de carne e osso, que não abrem mão, estas, do real.."
Hélia Correia
Apresentação em Lisboa


"Um labirinto literário por onde os viajantes, com ou sem livro debaixo do braço, dificilmente conseguem sair".
Carlos Câmara Leme
Revista Ler


"A teia que Manuel Jorge Marmelo tece tem naturais contornos 'borgeanos' (...) provocando o diáfano manto que protege a realidade da ficção"
João Morales
Revista Os Meus Livros


"O novo romance do MJM é talvez o seu melhor"
Valter Hugo Mãe
Suplemento Q. do Diário de Notícias


"O livro é magistral"
Nuno Casimiro
Dactilógrafo


"Uma Mentira Mil Vezes Repetida é um festim de labirintos narrativos que esconde, só pelo prazer de forçar a descoberta, as reflexões sobre o mundo que nenhum telejornal permite e que a literatura guarda como melhor espelho de todos nós"
Sara Figueiredo Costa
Time Out Lisboa

"Manuel Jorge Marmelo assume o pastiche desde a primeira página e com ele ergue uma narrativa poderosa onde os meandros meta-literários são, afinal, uma forma eficaz de pensar a intolerância".
Sara Figueiredo Costa
Time Out Lisboa


"O principal mérito de MJM está na forma como consegue manter a sensação de claustrofobia narrativa, sem deixar que o leitor se perca no caos de repetições, incongruências e "solavancos lógicos". Muito bem escrito, o livro oferece-nos pelo menos dois pastiches brilhantes: um de García Márquez (a cidade de Polvorosa, uma espécie de Macondo onde se produz cacau em vez de bananas); outro de Thomas Pynchon (a barafunda postal de Granada)."
José Mário Silva
Expresso


"A narrativa desenvolve-se a vários níveis que se entrecruzam com a agilidade de um jogo, o caos do absurdo e a zombaria da impossibilidade."
Helena Vasconcelos
Público

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