_ “MACACO INFINITO”
_ “O Tempo Morto É Um Bom Lugar"
_ “Zero À esquerda“
_ “Somos Todos Um Bocado Ciganos”
_ “Uma Mentira Mil Vezes Repetida”
_ “AS SEREIAS DO MINDELO”
_ “aonde o vento me levar”
_ “Porto: Orgulho e Ressentimento”
_ “Os Olhos do Homem que chorava no rio”
_ “o silÊncio de um homem sÓ”
_ “OS FANTASMAS DE PESSOA”
_ “A MENINA GIGANTE”
_ “Oito Cidades e Uma Carta de Amor”
_ “PAIXÕES & EMBIRRAÇÕES”
_ “SERTÃO DOURADO”
_ “O AMOR É PARA OS PARVOS”
_ “As mulheres deviam vir com livro de instruções”
_ “Nome de Tango”
_ “Portugués, guapo y matador”
_ “O homem que julgou morrer de amor/O casal virtual”





“Dir-se-ia que o autor acolhe a grande máquina de sonhos pessoana e recolhe o seu imaginário à beira de perder-se”
Maria de Lourdes Soares, in SOLETRAS (Revista do Departamento de Letras da Universidade do Estado do Rio de Janeiro)

“Jorge Marmelo, através da máscara do seu novelista, vê e dá ver claramente o poeta múltiplo, vivo, pura potência de escrita, decerto conforme o fingidor gostaria de ser visto”
Idem

“Um irónico divertimento, um daqueles livros de que se costuma dizer, e com razão, que se lêem de um só fôlego”
Mário Santos
Mil Folhas (Público)

"Pessoa aparece na companhia dos seus heterónimos (que assistem à sua morte)
e de uma lista impressionante de outras personagens que transformam 'Os
Fantasmas de Pessoa' num pequeno delírio"
Francisco José Viegas
Grande Reportagem

"Jorge Marmelo escreve muito bem. É um dos escritores portugueses que mais
se divertem com a sua condição de autor. 'Os Fantasmas de Pessoa' prova que
o talento e o divertimento rimam muito, muito bem"
idem

"Mais do que relembrar os diversos interesses esotéricos pessoanos, Marmelo
aproxima os heterónimos das múltiplas identidades assumidas por Crawley e
outras figuras, fazendo da heteronímia um fenómeno entre o paranormal e o
psiquiátrico"
Pedro Mexia
Diário de Notícias

"'Os Fantasmas de Pessoa' apresenta uma escrita desenvolta e elegante,
polvilhada de citações de Pessoa sem ser pedante, e sempre divertida"
Idem

"O que faz o interesse desta ficção é o prazer da narrativa — e, por
conseguinte, da leitura — menos do que os seus temas e substância. Aliás,
Marmelo nunca apostou particularmente na profundidade, sendo sobretudo um
grande autor de entertainments (o que não tem nada de mal, ou não fosse esse
o nome que Graham Greene dava a alguns dos seus romances)"
Idem

"Os que acudiron algunha vez a un congreso de escritores descubriranse nun
ou noutro bando, tal e como a posteriori se sitúa o autor. O que a moitos
creadores se nos escapou foi crear unha novela a partir desta curiosa idea.
Nalgún momento alguén proclama que o asasinato sería o mellor soporte
publicitario para un romance e o autor do manuscrito disponse a acadar a
sona a partir de arrincar a vida a outros. Non me digades que non é
brillante e, o mellor de todo, irlle poñendo caras ás persoas que sabemos
poderían asasinar, como o autor ficcional, por conseguir que os seus libros
estean nos primeiros postos da FNAC en Portugal ou de El Corte Inglés en
Galicia. Verdadeiramente divertido e sempre maligno, unha verdadeira mostra
do humor acedo e sarcástico de Marmelo".
Rosa Aneiros
www.culturagalega.org

“Manuel Jorge Marmelo (...) tem vindo a conquistar o público e o respeito da
crítica pela solidez e originalidade da sua ficção. ‘Os Fantasmas de
Pessoa’, seu último romance, conduz os leitores pelos recantos obscuros e
quase insondáveis da vida do poeta, e, embora alguns desses cantinhos tenham
sido objecto de ensaio, nunca tinham seduzido tão apaixonadamente o
imaginário literário como aconteceu com M.J. Marmelo. Utilizando uma
narrativa bastante eficaz, (...) cria uma história marcada pelo crime, muito
bem urdida”
Vítor Quelhas
Expresso, 13 de Março 2004

"Seria um outro tipo de crime revelar o desfecho de um livro de suspense.
Resta torcer, portanto, que a Companhia das Letras publique por aqui
essa intrincada e envolvente versão lusitana de
'Literatura ou Morte'".
Manuel Costa Pinto
"Folha de S. Paulo" (Brasil)