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_ “MACACO INFINITO” _ “O Tempo Morto É Um Bom Lugar" _ “Zero À esquerda“ _ “Somos Todos Um Bocado Ciganos” _ “Uma Mentira Mil Vezes Repetida” _ “AS SEREIAS DO MINDELO” _ “aonde o vento me levar” _ “Porto: Orgulho e Ressentimento” _ “Os Olhos do Homem que chorava no rio” _ “o silÊncio de um homem sÓ” _ “OS FANTASMAS DE PESSOA” _ “A MENINA GIGANTE” _ “Oito Cidades e Uma Carta de Amor” _ “PAIXÕES & EMBIRRAÇÕES” _ “SERTÃO DOURADO” _ “O AMOR É PARA OS PARVOS” _ “As mulheres deviam vir com livro de instruções” _ “Nome de Tango” _ “Portugués, guapo y matador” _ “O homem que julgou morrer de amor/O casal virtual” |
![]() “Tendo como pano de fundo justamente a emigração de portugueses para o Brasil, durante as primeiras décadas do século passado, “Sertão Dourado” desenvolve uma tragédia familiar (...). Junto às serras cearenses de Aratanha, acontece uma paixão proibida entre o padre Aurélio e a Beata Francisquinha. Desse encontro pecaminoso — com sabor de “O Crime do Padre Amaro”, de Eça de Queirós — nasce a Bonita Maria. Trata-se de uma moça certinha, mas dona de enormes seios, capazes de despertar pensamentos lascivos do próprio padre” Andréia Azevedo Soares Caderno “Idéias” do Jornal do Brasil "Não é um romance sobre a imigração portuguesa no Brasil - mas uma saga mínima dessas esperanças e de um amor cruzado, entre o humor e a compaixão" Francisco José Viegas Grande Reportagem "É de portugueses e caboclos que 'Sertão Dourado' trata, num exercício despudorado de sátira ao pecaminoso clero e à bondade de quem nasceu sem virgo" Luísa Pinto PÚBLICO "Dizer que se gosta é pouco perante tão cativante universo, onde moram personagens tão ricas quanto os ambientes em que habitam" Teresa Oliveira Correio da Manhã "Um livro em que o leitor é prendado com um narrador que se assume como tal, mas que, mais do que presente e quase omnisciente, deixa transpirar para o papel o prazer e o deleite que pode dar construir uma história" Luísa Pinto PÚBLICO |