_ “MACACO INFINITO”
_ “O Tempo Morto É Um Bom Lugar"
_ “Zero À esquerda“
_ “Somos Todos Um Bocado Ciganos”
_ “Uma Mentira Mil Vezes Repetida”
_ “AS SEREIAS DO MINDELO”
_ “aonde o vento me levar”
_ “Porto: Orgulho e Ressentimento”
_ “Os Olhos do Homem que chorava no rio”
_ “o silÊncio de um homem sÓ”
_ “OS FANTASMAS DE PESSOA”
_ “A MENINA GIGANTE”
_ “Oito Cidades e Uma Carta de Amor”
_ “PAIXÕES & EMBIRRAÇÕES”
_ “SERTÃO DOURADO”
_ “O AMOR É PARA OS PARVOS”
_ “As mulheres deviam vir com livro de instruções”
_ “Nome de Tango”
_ “Portugués, guapo y matador”
_ “O homem que julgou morrer de amor/O casal virtual”





  “Pode funcionar como cartão-de-visita, resumo-mostruário da obra do autor”.
Mário Santos
Mil Folhas (Público)
 
“É interessante verificar que, entre os pastiches e variações lúdicas de temas ‘clássicos’, espreita sempre a cabeça do narrador, que é capaz de comentar, não só certas situações e traços de personagens, como os próprios mecanismos da ficção. É como se tudo o que Marmelo escreve fosse para ser lido em segundo grau – o que lhe permite exercer, com evidente gozo e proveito, a nobre arte da ironia”.
José Mário Silva,
“Diário de Notícias”


"Há livros assim, que ousam gritar os silêncios, revelando o lado inconfessável e sombrio da alma. “O Silêncio de um Homem Só”, o mais recente livro de Manuel Jorge Marmelo, é uma colectânea de quinze histórias, ou quinze corredores, ou nervos, desse exílio mudo, porém o único onde somos verdadeira e inteiramente sós. Esta leitura mostra-nos, também, desafiando-nos, o impulso criador da solidão e como com ele se constroem as asas da liberdade. Uma surpresa. Sobretudo, uma companhia preciosa para a solidão do nosso silêncio".
 Teresa Sá Couto,
na revista eléctrónica "Kaminhos Magazine"


"Uma história em várias histórias, sempre com o mesmo à-vontade narrativo e sempre com a já costumeira dose de humor que Manuel Jorge Marmelo costuma emprestar à sua escrita. Campo de boa leitura, este!  Um autor sempre a confirmar-se."
Magazine Artes

“O
M.J.M., já o disse várias vezes, é um narrador muito subestimado, injustamente subestimado; estes contos são muito bons e merecem encontrar leitores – a sua língua ecoa por corredores de festa e de euforia, tanto como por horas de absoluta preciosidade, como se às vezes aparecesse um verso a quebrar a ideia de prosa. Mais uma vez, um bom livro do Jorge”.
Francisco José Viegas,
blog Aviz