
“Pode funcionar como cartão-de-visita, resumo-mostruário
da obra do autor”.
Mário Santos
Mil Folhas (Público)
“É interessante verificar que, entre os pastiches e variações
lúdicas de temas ‘clássicos’, espreita sempre
a cabeça do narrador, que é capaz de comentar, não
só certas situações e traços de personagens,
como os próprios mecanismos da ficção. É como
se tudo o que Marmelo escreve fosse para ser lido em segundo grau –
o que lhe permite exercer, com evidente gozo e proveito, a nobre arte
da ironia”.
José Mário Silva,
“Diário de Notícias”
"Há livros assim, que ousam gritar os silêncios, revelando
o lado inconfessável e sombrio da alma. “O Silêncio
de um Homem Só”, o mais recente livro de Manuel Jorge Marmelo,
é uma colectânea de quinze histórias, ou quinze corredores,
ou nervos, desse exílio mudo, porém o único onde
somos verdadeira e inteiramente sós. Esta leitura mostra-nos, também,
desafiando-nos, o impulso criador da solidão e como com ele se
constroem as asas da liberdade. Uma surpresa. Sobretudo, uma companhia
preciosa para a solidão do nosso silêncio".
Teresa Sá Couto,
na revista eléctrónica "Kaminhos Magazine"
"Uma história em várias histórias, sempre com
o mesmo à-vontade narrativo e sempre com a já costumeira
dose de humor que Manuel Jorge Marmelo costuma emprestar à sua
escrita. Campo de boa leitura, este! Um autor sempre a confirmar-se."
Magazine Artes
“O M.J.M.,
já o disse várias vezes, é um narrador muito subestimado,
injustamente subestimado; estes contos são muito bons e merecem
encontrar leitores – a sua língua ecoa por corredores de
festa e de euforia, tanto como por horas de absoluta preciosidade, como
se às vezes aparecesse um verso a quebrar a ideia de prosa. Mais
uma vez, um bom livro do Jorge”.
Francisco José Viegas,
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