_ “O MACACO INFINITO”
_ “O Tempo Morto É Um Bom Lugar"
_ “Zero À esquerda“
_ “Somos Todos Um Bocado Ciganos”
_ “Uma Mentira Mil Vezes Repetida”
_ “AS SEREIAS DO MINDELO”
_ “aonde o vento me levar”
_ “Porto: Orgulho e Ressentimento”
_ “Os Olhos do Homem que chorava no rio”
_ “o silÊncio de um homem sÓ”
_ “OS FANTASMAS DE PESSOA”
_ “A MENINA GIGANTE”
_ “Oito Cidades e Uma Carta de Amor”
_ “PAIXÕES & EMBIRRAÇÕES”
_ “SERTÃO DOURADO”
_ “O AMOR É PARA OS PARVOS”
_ “As mulheres deviam vir com livro de instruções”
_ “Nome de Tango”
_ “Portugués, guapo y matador”
_ “O homem que julgou morrer de amor/O casal virtual”





"O Tempo Morto É um Bom Lugar tem tanta ironia em relação ao nosso tempo como jogos literários e artifícios que permitem elevar tudo acima da mundanidade. […] Máscara por cima de máscara, até à terceira parte em que se desmonta tudo, Manuel Jorge Marmelo constrói um romance que dinamita a noção de verdade e que confirma: nem ele é um fantasma sem voz própria, nem o prémio atribuído nas Correntes d'Escritas foi uma aparição."
Ana Dias Ferreira, Time Out

"Romance de géneros, e da violentação deles, O Tempo Morto É Um Bom Lugar é duplamente uma autobiografia, sem nunca o ser: de Soraya, personagem assassinada e autobiografada não se sabe por quem; e, muito mais subterraneamente, do próprio Manuel Jorge Marmelo, enquanto ex-jornalista. Policial que exibe as pistas para, de seguida, as aniquilar, a junção de todas as suas entradas produz, sobretudo, caminho, e não chegada. Porque este livro interroga, não apresenta soluções."
Hugo Pinto Santos, Ípsilon, Público

"Mexendo os fios com mestria, Marmelo faz da coda melancólica do romance uma belíssima representação dos prodígios e ilusões da literatura. Se existir a verdade, como diz a dada altura uma das personagens, "pode muito bem ser uma coisa que não interessa a ninguém". E o mais certo é termos de nos resignar, queiramos ou não, ao facto de que "a realidade e a aparência das coisas às vezes se confundem de uma forma tão íntima que se torna impossível destrinçá-las"."
José Mário Silva, Atual, Expresso

"À componente realista, os últimos romances de Manuel Jorge Marmelo acrescentam a vertente de crítica e denúncia sociais, um pouco ao modo de Rui Zink. Neste sentido, atacando os atuais padrões culturais e políticos da sociedade portuguesa, os seus romances não são eticamente neutros nem culturalmente asséticos. Pelo contrário, não se tornando uma arma política, intentam, por via da sátira, da ironia, despertar a consciência crítica do leitor face à existência de uma sociedade profundamente desigual e injusta. Destinam-se, portanto, a contaminar a consciência do leitor do sentimento de revolta e, se possível, de sedição."
Miguel Real, Jornal de Letras

"
A narração é, assim, encantatória (longos parágrafos, inúmeras pequenas histórias), mantendo-se sempre, porém, num campo de fidelidade ao real."
Miguel Real, Jornal de Letras

"Mestre do engano, artífice da ficção, encantador de leitores"
Pedro Miguel Silva, Deus Me Livro

"Cada personagem de O Tempo Morto É Um Bom Lugar tem o seu propósito. A teia tecida consegue explodir numa panóplia imensa de emoções e descrições imagéticas fortes, deixando a sua marca psicológica, qual tatuagem. (...) Estamos perante uma obra tão rica, tão cheia de possibilidades que é impossível ficarmos-lhe indiferentes."
Sofia Teixeira, Bran Morrighan

"Os livros de Marmelo funcionam num desdobramento constante. É o escritor que escreve sobre escritores que ponderam acerca dessa condição e da possibilidade de acederem à 'obra definitiva'".
Valter Hugo Mãe, Jornal de Letras

"Prevalece a corda bamba entre realidade e ficção."
Maria Espírito Santo, i

"O novo e excelente livro de Manuel Jorge Marmelo"
Maria João Caetano, Diário de Notícias