_ "TROPEL"
_ "MACACO INFINITO"
_ “O Tempo Morto É Um Bom Lugar"

_ “Zero À esquerda“
_ “Somos Todos Um Bocado Ciganos”
_ “Uma Mentira Mil Vezes Repetida”
_ “AS SEREIAS DO MINDELO”
_ “aonde o vento me levar”
_ “Porto: Orgulho e Ressentimento”
_ “Os Olhos do Homem que chorava no rio”
_ “o silÊncio de um homem sÓ”
_ “OS FANTASMAS DE PESSOA”
_ “A MENINA GIGANTE”
_ “Oito Cidades e Uma Carta de Amor”
_ “PAIXÕES & EMBIRRAÇÕES”
_ “SERTÃO DOURADO”
_ “O AMOR É PARA OS PARVOS”
_ “As mulheres deviam vir com livro de instruções”
_ “Nome de Tango”
_ “Portugués, guapo y matador”
_ “O homem que julgou morrer de amor/O casal virtual”



"Não podendo afirmar que (Tropel) é o melhor livro de Manuel Jorge Marmelo, porque os não li a todos, direi, no entanto, que é o melhor livro que li deste escritor".
Mário Santos, suplemento Ípsilon do jornal Público

"Um dos grandes romances do ano já foi escrito e chama-se Tropel"
João Céu e Silva, Diário de Notícias

"Ler este livro poderoso até ao fim faz do leitor que sou caçador de mim"
Fernando Alves, TSF

"O poder narrativo de Marmelo é de tal ordem devastador que Tropel não se compadece com uma leitura apressada ou descomprometida".
Valdemar Cruz, Expresso

"Portentoso regresso (...) Um soco nos dentes para acordar quem ainda estiver a dormir"
Helena Teixeira da Silva, Jornal de Notícias

"Tropel é daquelas obras que interpelam directamente o leitor, mostrando o absurdo que nos chega a casa embrulhado em forma de notícias e distância".
Luís Ricardo Duarte, Jornal de Letras

"Um dos autores que melhor escreve na língua da ficção portuguesa, regressa com Tropel, história do ódio nos tempos presentes - e da violência, e do descontentamento. Belo regresso".
Francisco José Viegas, Correio da Manhã

"Tropel, este livro de Manuel Jorge Marmelo, encosta-nos à parede do horror quotidiano já ali ao virar da esquina. É um livro rude e desapiedado, um livro zangado com os dias, com o que nem sempre abre telejornais mas fica cosido à nossa consciência do mundo, mesmo se, dela, alijamos a carga. É um livro que não dá ao leitor folga para respirar".
Fernando Alves, TSF

"A trágica realidade dos refugiados exemplarmente alegorizada num dos melhores livros do autor".
Mário Santos, suplemento Ípsilon do jornal Público