vento

_ “MACACO INFINITO”
_ “O Tempo Morto É Um Bom Lugar"
_ “Zero À esquerda“
_ “Somos Todos Um Bocado Ciganos”
_ “Uma Mentira Mil Vezes Repetida”
_ “AS SEREIAS DO MINDELO”
_ “aonde o vento me levar”
_ “Porto: Orgulho e Ressentimento”
_ “Os Olhos do Homem que chorava no rio”
_ “o silÊncio de um homem sÓ”
_ “OS FANTASMAS DE PESSOA”
_ “A MENINA GIGANTE”
_ “Oito Cidades e Uma Carta de Amor”
_ “PAIXÕES & EMBIRRAÇÕES”
_ “SERTÃO DOURADO”
_ “O AMOR É PARA OS PARVOS”
_ “As mulheres deviam vir com livro de instruções”
_ “Nome de Tango”
_ “Portugués, guapo y matador”
_ “O homem que julgou morrer de amor/O casal virtual”



vento

“Com o narrador, anda o leitor de cá para lá, entre páginas de outros livros que ele lhe abre, a sorrir pela consentida sujeição à leitura – ou deslumbrado com o Aleph de Manuel Jorge Marmelo, que o envolve em sons, cheiros e texturas de África –, pouco se importando com os seus lamentos por não conseguir uma história que dê corpo ao seu livro.”
Teresa Sá Couto
www.kaminhos.com

“É um livro, sim, sobre a perdição. Perdição entre outros livros, entre caminhos, colocando romances de outros autores em diálogo. Estão à espera de quê? Leiam”.
Francisco José Viegas
in Origem dasEspécies

 
“A realidade e a ficção constituem a matéria da Literatura e o autor explora aqui a ideia dessa grande viagem que a leitura – e a escrita – nos proporcionam.”
Helena Vasconcelos
in Storm Magazine

 
“Agora que publica ‘Aonde o Vento me Levar’, obra de difícil categorização, a dificuldade fica por conta do crítico. E porquê? Porque a simbiose entre realidade e ficção, ponto de partida da trama romanesca, pontuada como está por exercícios de leitura, obriga o texto a romper com os géneros tradicionais. (...) Não se quer com isto dizer que o novo livro de Manuel Jorge Marmelo não suscite interesse. A eventual estranheza reside na natureza ambígua do texto, oscilando entre o recorte ficcional e a ambição ensaística”.
Eduardo Pitta,
in Ípsilon, Público

 
“Este é e não é um livro de viagens. (...) Dos aerogramas de M. e das reacções do narrador nasce um diálogo quase surdo, mas cujo resultado é uma curiosa deambulação entre ficção e realidade e sobre a relação que a percepção estabelece com ambas. E essa é a viagem maior”
Sara Figueiredo Costa,
in Os Meus Livros