Manuel Jorge Marmelo nasceu em 1971, na cidade do Porto.

Estreou-se na Literatura em 1996 com o livro “O homem que julgou morrer de amor/O casal virtual”, reeditado em 2006. O seu segundo livro, “Portugués, guapo y matador”, publicado em 1997, foi objecto de uma adaptação teatral, estreada no Porto em Abril de 1999. Em 1998 publicou o seu terceiro título, “Nome de tango”.

Em Maio de 1999 saiu o seu quarto livro “As mulheres deviam vir com livro de instruções”, também publicado em Espanha (2005) e em Itália (2008), actualmente na DÉCIMA edição.

"O Amor é para os Parvos", lançado em Junho de 2000, foi objecto de quatro
reedições, a última das quais em 2011.

Em Dezembro de 2001 saiu “Sertão Dourado”, e, em Fevereiro de 2002,“Paixões & Embirrações”, uma colectânea de crónicas e reportagens.

Em Fevereiro de 2003 publicou “Oito Cidades e Uma Carta de Amor”, um livro de contos ilustrados por fotografias captadas nas cidades de Budapeste, Praga, Amesterdão, Paris, Londres, Madrid, Nova Iorque e Salvador. No mesmo ano, mas em Novembro, o autor publicou ainda o seu primeiro livro infantil, “A Menina Gigante”, escrito em parecia com a sua filha, Maria Miguel Marmelo, e ilustrado por Simona Traina, o qual integra a lista de livros recomendados pelo Plano Nacional de Leitura.

Em 2004 publicou, na Asa, "Os Fantasmas de Pessoa", romance que integra a colecção "Literatura ou Morte" (a qual conta com obras de autores como Rubem Fonseca, Luís Fernando Veríssimo, Bernardo Carvalho ou Moacyr Scliar, entre outros) e “O Silêncio de um Homem Só”, uma colectânea de quinze contos galardoada com o Grande Prémio do Conto Camilo Castelo Branco.

Em 2005, saiu “Os Olhos do Homem que Chorava no Rio”, escrito em parceria com a poeta angolana Ana Paula Tavares, a partir de uma ideia original do escritor brasileiro Paulinho Assunção (edição da Editorial Caminho). Ainda em 2005, o autor regressou à literatura infantil com o livro “O Peixe Baltazar”, escrito com o filho, Jorge Afonso Marmelo, e ilustrado por Joana Quental (edição Quasi Edições).

Em 2006 saiu “Porto: Orgulho e Ressentimento”, um conjunto de textos impressivos sobre a cidade do Porto, o guia de viagens “Porto Irrepetível”, da editora catalã Austral Media (já em quarta edição em Espanha), e ainda o livro infantil “Zé do Saco, O Contrabandista”, ilustrado por Evelina Oliveira.

Em Fevereiro de 2007 apresentou o romance "Aonde o Vento me Levar", que teve uma
segunda edição em 2012. Ainda em 2007 lançou a colectânea de contos "O Profundo
Silêncio das Manhãs de Domingo".

No início de 2008 saiu, com ilustração do espanhol Miguel Macho, o seu quarto título infantil, "A Cabra Imigrante", integrado no projecto Pintar o Verde com Letras, da Direcção Regional de Cultura do Norte. Em Outubro foi publicado, pela Quetzal, o romance“As Sereias do Mindelo”.

Em 2011 saiu "Uma Mentira Mil Vezes Repetida", romance que mereceu aplauso unânime
da crítica e conquistou o prestigiado Prémio Literário Casino da Póvoa/Correntes d'Escritas 2014. Este romance foi também publicado na Alemanha, pela editora A1.

Em 2012 foi lançado "Somos Todos Um Bocado Ciganos".

Em 2013 publicou, em edição independente, Crónicas do Autocarro e o livro de contos Zero à Esquerda.

Em 2014 chegou às livrarias o romance O Tempo Morto É Um Bom Lugar e também a novela A Guerra Nunca Acaba, parte de uma colecção de ficção laçada pela revista Sábado para assinalar o centenário da I Grande Guerra.

Macaco Infinito, publicado em 2016, é o mais recente romance do autor, integrando a lista de obras sugeridas pelo Plano Nacional de Leitura.

Em 2018, o original Henrique Quinto foi um dos finalistas do Prémio Leya.